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Nanotecnologia: Guia Completo
Materiais avançados, aplicações, propriedades, tendências globais e muito mais
A nanotecnologia é uma das áreas que mais cresce no mundo, com impacto direto em saúde, energia, materiais avançados, meio ambiente, computação e química fina. No nível nanométrico (1–100 nm), materiais comuns passam a exibir propriedades completamente novas — ópticas, térmicas, elétricas, magnéticas e biológicas — abrindo caminho para descobertas científicas e produtos inovadores.
Este guia apresenta conteúdo aprofundado e atualizado, incluindo aplicações científicas, fundamentos técnicos, nanomateriais disponíveis no Mercado da Ciência, tendências futuras e os principais pesquisadores brasileiros que lideram avanços na área.
1. Fundamentos da Nanotecnologia
Nanotecnologia engloba o estudo e a manipulação da matéria em escala nanométrica. Nessa escala, fenômenos quânticos e a enorme relação superfície-volume alteram completamente as propriedades dos materiais.
Por que a escala nano é tão especial?
- Efeitos quânticos: transições eletrônicas se tornam discretas, alterando cor, fotoluminescência e condutividade.
- Alta reatividade: a fração de átomos na superfície aumenta drasticamente.
- Propriedades mecânicas superiores: CNTs e grafeno podem ser 100x mais fortes que o aço.
- Interação biológica controlada: nanopartículas podem atravessar barreiras celulares, permitindo entrega dirigida.
2. Principais Nanomateriais em Pesquisa e Desenvolvimento
2.1 Nanotubos de Carbono (CNTs)
Os CNTs são estruturas tubulares compostas por folhas de grafeno enroladas. Possuem uma combinação única de:
- Módulo de Young excepcional (1 TPa)
- Maleabilidade e baixo peso
- Condutividade elétrica comparável a metais
- Estabilidade química
Desafios e oportunidades atuais
- Dispersão em solventes é difícil devido à tendência de agregação.
- Funcionalização (–COOH, –OH, aminas) aumenta biocompatibilidade e dispersão.
- Potencial para eletrodos flexíveis, baterias de alto desempenho, sensores e materiais biomédicos.
2.2 Óxido de Grafeno (GO) e Grafeno Reduzido (rGO)
A oxidação do grafeno introduz grupos funcionais (epóxi, hidroxila, carboxila), tornando-o dispersável em água e extremamente versátil para biotecnologia e engenharia de materiais.
Por que GO/rGO é tão importante?
- Funcionalização facilita acoplamento de biomoléculas.
- Compatível com nanocarregadores terapêuticos.
- rGO recupera condutividade elétrica e térmica.
- Excelente substrato para sensores eletroquímicos e fototérmicos.
Aplicações destacadas
🔹 Bioimagem e biossensores
🔹 Entrega de fármacos e terapia fototérmica
🔹 Agentes bactericidas
🔹 Engenharia tecidual
🔹 Materiais avançados para eletrônica e energia

2.3 Nanopartículas (NPs)
Nanopartículas são amplamente utilizadas por sua capacidade de modular propriedades físico-químicas.
Tipos e propriedades específicas
| Tipo de NP | Características | Aplicações |
| Ouro (AuNPs) | Efeito plasmônico, alta biocompatibilidade | Imagem, biossensores, terapias fototérmicas |
| Prata (AgNPs) | Forte ação antimicrobiana | Revestimentos, medicina, catálise |
| Óxido de Ferro (Fe₃O₄) | Resposta magnética | Hipertermia, contraste para MRI, separação magnética |
| Dióxido de Titânio (TiO₂) | Fotocatalítico e modulável | Cosméticos, terapias, sensores, imagem, células solares |
3. Nanotecnologia na Saúde
A nanotecnologia tem revolucionado o diagnóstico e o tratamento de doenças, criando materiais capazes de navegar pelo corpo, detectar biomarcadores e entregar medicamentos de forma precisa.
Principais frentes de aplicação
✔ Diagnóstico precoce (Nanosensores)
Detecção ultrassensível de proteínas, vírus, células tumorais e biomarcadores sanguíneos.
✔ Nanoantibióticos e ação bactericida
Nanopartículas de prata, cobre e TiO₂ funcionalizado atuam em múltiplas vias: ruptura de membrana, ROS, ligação ao DNA.
✔ Nanopartículas antivirais
Barreiras físico-químicas, inibição de entrada viral e entrega de antivirais.
✔ Terapia fotodinâmica (NPs fotossensíveis)
Adequada para tumores superficiais e tecidos acessíveis à luz.
✔ Hipertermia magnética (NPs magnéticas)
Aplicação controlada de calor para tratamento tumoral.
✔ Entrega dirigida a placas ateroscleróticas e tumores
Nanocarregadores podem reconhecer moléculas específicas (p.ex. VCAM-1, integrinas).
✔ Stents funcionalizados com nanomateriais
Reduzem inflamação e diminuem risco de restenose.

4. Técnicas de Caracterização Avançada
- Microscopia Eletrônica (TEM/SEM): Resolução nano/atômica para observar morfologia, tamanho, defeitos, agregação e interfaces.
- Raman: Avaliação de estrutura vibracional, defeitos (ID/IG), cristalinidade e grau de oxidação de GO/rGO e CNTs.
- UV-Vis: Monitoramento de transições eletrônicas, agregação, estabilidade coloidal e plasmônica de nanopartículas metálicas.
- DLS (Dynamic Light Scattering): Mede tamanho hidrodinâmico, PDI e estabilidade de dispersões coloidais.
- Potencial Zeta (ζ): Avalia carga superficial e estabilidade eletrostática de nanopartículas.
- XRD (Difração de Raios X): Identificação de fases cristalinas, tamanho de cristalito e estrutura.
- XPS (Fotoelétrons de Raios X): Determina estados de oxidação, grupos funcionais e composição superficial (GO, rGO, CNTs funcionalizados).
- FTIR: Identifica grupos químicos, ligações e interações (ex.: funcionalização de CNTs e GO).
- TGA (Análise Termogravimétrica): Determina pureza, estabilidade térmica e quantidade de grupos funcionais.
- DSC (Calorimetria Diferencial): Avalia transições térmicas (Tg, Tm) e interações em compósitos nanoestruturados.
- ICP-MS / ICP-OES: Quantificação precisa de metais, resíduos catalíticos e biodistribuição de nanopartículas.
- Magnetometria (VSM/SQUID): Caracteriza propriedades magnéticas (superparamagnetismo, histerese).
- AFM (Microscopia de Força Atômica): Mede rugosidade, adesão, topografia e propriedades mecânicas de filmes e nanomateriais 2D.
- Cryo-TEM: Permite visualizar estruturas biológicas e nanopartículas sensíveis em seu estado nativo.
- SAXS/WAXS: Determina estrutura fina e organização de nanomateriais em solução.
- Z-scan / Óptica não linear: Avalia propriedades fototérmicas, absorção saturável e resposta óptica de nanocarbonos e materiais 2D.
5. Nanotecnologia e Meio Ambiente
5.1. Remoção de Contaminantes em Água e Solo
Nanomateriais permitem capturar poluentes com alta seletividade e eficiência, devido à grande área superficial e aos grupos funcionais disponíveis.
Aplicações principais:
- Adsorção de metais pesados (Pb²⁺, Hg²⁺, Cd²⁺, Cr⁶⁺) usando GO/rGO e nanotubos funcionalizados.
- Degradação de pesticidas e contaminantes orgânicos via nanopartículas fotocatalíticas (TiO₂, ZnO).
- Remoção de corantes industriais por nanocompósitos de carbono.
- Tratamento de efluentes oleosos com materiais hidrofóbicos nanoestruturados.
Por que funciona tão bem?
A área superficial elevada e a possibilidade de ajustar carga, funcionalização e hidrofobicidade permitem excelente interação com contaminantes específicos.
5.2. Nanocatalisadores para Processos Limpos
Nanopartículas metálicas (Ag, Au, Pt, CuO) e semicondutores nanoestruturados:
- Reduzem consumo energético em reações químicas.
- Melhoram a eficiência de processos industriais.
- Promovem reações mais seletivas e com menor formação de resíduos.
Exemplos:
- Catalisadores nanoestruturados para oxidação de compostos orgânicos.
- TiO₂ dopado para fotocatálise sob luz visível.
- Nanopartículas de ferro zero-valente (nZVI) para biorremediação.
5.3. Monitoramento Ambiental com Nanosensores
Nanosensores baseados em grafeno, nanotubos e nanopartículas metálicas são capazes de:
- Detectar metais pesados em água em níveis de ppb.
- Monitorar poluentes atmosféricos (NOx, SOx, VOCs).
- Identificar contaminantes biológicos em rios e reservatórios.
- Acompanhar qualidade de solo agrícola.
Vantagens:
- Alta sensibilidade
- Resposta rápida
- Baixo consumo de energia
- Portabilidade (sensores impressos ou integrados a dispositivos móveis)
5.4. Nanotecnologia para Energia Sustentável
Nanomateriais estão otimizando tecnologias limpas:
- Células solares com grafeno, perovskitas nanoestruturadas e filmes finos.
- Supercapacitores baseados em rGO e CNTs para armazenar energia renovável.
- Nanocatalisadores para eletrólise da água, produzindo hidrogênio verde.
- Baterias mais leves, mais estáveis e com maior vida útil.
5.5. Riscos Ambientais e Avaliação de Segurança
Como qualquer tecnologia emergente, nanomateriais exigem uma avaliação cuidadosa:
- Ecotoxicidade depende de dose, forma, tamanho, funcionalização e biodegradabilidade.
- Nanomateriais podem interagir com microorganismos, plantas e cadeias tróficas.
- A liberação não controlada deve ser evitada.
Por isso, práticas de segurança incluem:
- Cabines para manipulação de pós
- Armazenamento adequado
- Descarte químico controlado
- Minimização de liberação para o ambiente
6. Pesquisadores de Referencia em Nanotecnologia no Brasil
Destaques Globais (Highly Cited Researchers)
- Elson Longo (CDMF / UFSCar) – Um dos maiores nomes em nanomateriais cerâmicos e semicondutores.
- Marcos A. Pimenta (UFMG) – Referência mundial em nanotubos de carbono e grafeno (Raman Spectroscopy).
- Ado Jorio (UFMG) – Liderança global em espectroscopia de nanomateriais de carbono.
- Nelson Durán (Unicamp) – Pioneiro em nanobiotecnologia e nanocosméticos
- Luiz Henrique C. Mattoso (Embrapa Instrumentação) – Liderança em bionanocompósitos e nanotecnologia para o agro.
- Edson Roberto Leite (LNNano / CNPEM / UFSCar) – Diretor do LNNano, focado em síntese de nanopartículas e energia.
- Henrique Eisi Toma (USP) – Pioneiro em química supramolecular e nanotecnologia molecular.
- Fernando Galembeck (Unicamp) – Referência em coloides, polímeros e nanopartículas (ex-diretor do LNNano).
- Adalberto Fazzio (LNNano / USP) – Teoria e simulação de nanomateriais e materiais 2D.
- Cauê Ribeiro (Embrapa Instrumentação) – Nanocatálise e materiais para agricultura sustentável.
Nanomateriais de Carbono e Física (Grafeno, Nanotubos, 2D)
- Rodrigo Gribel Lacerda (UFMG) – Crescimento de grafeno e nanomateriais 2D.
- Antonio Gomes Souza Filho (UFC) – Nanotubos de carbono e física da matéria condensada.
- Douglas Soares Galvão (Unicamp) – Simulação computacional de nanoestruturas e materiais orgânicos.
- Christiano J. S. de Matos (MackGraphe / Mackenzie) – Fotônica em grafeno e materiais 2D.
- Eunezio Antonio Thoroh de Souza (MackGraphe / Mackenzie) – Grafeno e compósitos avançados.
- Glaura Goulart Silva (UFMG) – Nanocompósitos poliméricos e nanotubos.
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Hélio Chacham (UFMG) – Teoria de materiais nanoestruturados.
- Solange Binotto Fagan (UFN) – Simulação de nanotubos e interação com fármacos.
- Odair Pastor Ferreira (UFC / UEL) – Nanomateriais de carbono e argilas.
Nanomedicina, Nanobiotecnologia e Sensores
- Valtencir Zucolotto (IFSC/USP) – Nanomedicina, teranóstica e biossensores.
- Koiti Araki (USP) – Nanopartículas para sensores e aplicações biomédicas.
- Antonio Claudio Tedesco (USP) – Nanocarreadores para terapia fotodinâmica.
- Marcelo B. de Jesus (Unicamp) – Nanoestruturas para
- Lucimara Gaziola de la Torre (Unicamp) – Microfluídica e nanopartículas lipídicas (RNA/vacinas).
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Ruben D. Sinisterra (UFMG) – Sistemas de liberação controlada de fármacos (ciclodextrinas).
- Mateus Borba Cardoso (LNLS / CNPEM) – Superfícies antivirais e nanomateriais funcionalizados.
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Diego Stéfani Teodoro Martinez (LNNano / CNPEM) – Nanotoxicologia e química de nanomateriais.
Química de Materiais, Síntese e Energia
- Aldo José Gorgatti Zarbin (UFPR) – Materiais de carbono, filmes finos e baterias.
- Ana Flávia Nogueira (Unicamp) – Perovskitas, energia solar e nanomateriais para energia.
- Italo Odone Mazali (Unicamp) – Química do estado sólido e materiais funcionais.
-
Valmor Roberto Mastelaro (USP) – Estrutura de nanomateriais e vidros especiais.
- Fauze Ahmad Aouada (UNESP) – Nanocompósitos poliméricos e hidrogéis.
- Daniel Souza Corrêa (Embrapa) – Sensores e nanomateriais para o agro.
- Caetano Rodrigues Miranda (USP) – Simulação de materiais para energia e ambiente.
- Susana I. Córdoba de Torresi (USP) – Eletroquímica e nanomateriais inorgânicos.
- Roberto M. Torresi (USP) – Materiais para baterias e armazenamento de energia.
Polímeros, Cerâmicas e Aplicações Industriais
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Bluma Guenther Soares (UFRJ) – Polímeros condutores e nanocompósitos.
- Carlos A. Achete (UFRJ / Inmetro) – Metrologia em nanotecnologia e materiais.
- Fernando Lázaro Freire Jr. (PUC-Rio) – Revestimentos nanoestruturados e filmes finos.
- Bartolomeu Cruz Viana Neto (UFPI) – Nanomateriais para fotocatalise.
- Giovanna Machado (CETENE) – Síntese e caracterização de nanomateriais para aplicação em energia sustentável.
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Odilio B. G. Assis (Embrapa) – Filmes comestíveis e nanosegurança.
- Stanislav Moshkalev (Unicamp) – Centro de Componentes Semicondutores e Nanofabricação.
- Mônica A. Cotta (Unicamp) – Microscopia avançada e nanomateriais semicondutores.
Nota Metodológica: Esta seleção considerou pesquisadores ativos, bolsistas de produtividade CNPq, membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e dados dos rankings AD Scientific Index e Scopus/Stanford 2024.
7. Tendências Futuras e Oportunidades
🧬 Terapias direcionadas baseadas em grafeno funcionalizado
🔬 Dispositivos médicos nanoestruturados
☀️ Nanofotônica e energia solar de alta eficiência
🤖 Sensores nanoeletrônicos para IA embarcada
🧱 Compósitos ultraleves e resistentes
8. Como Comprar Nanomateriais de Forma Segura e Confiável
Ao adquirir nanotubos de carbono, grafeno ou nanopartículas, atenção a:
- Ficha técnica e análise laboratorial
- Distribuição de tamanho
- Pureza e funcionalização
- Compatibilidade com a aplicação
- Fornecedor confiável
O Mercado da Ciência reúne materiais científicos selecionados, com fornecedores avaliados e suporte técnico especializado.
9. Conclusão
A nanotecnologia está remodelando silenciosamente a forma como produzimos energia, tratamos doenças, monitoramos o meio ambiente e desenvolvemos novos materiais. Seu impacto ultrapassa o laboratório e já se reflete em áreas críticas como saúde, sustentabilidade, segurança alimentar, manufatura avançada e tecnologias digitais.
Ao permitir o controle da matéria em escala atômica, a nanotecnologia cria soluções antes impossíveis — terapias altamente direcionadas, dispositivos médicos minimamente invasivos, sensores ultrassensíveis, compósitos mais leves e resistentes, materiais 2D inteligentes e sistemas energéticos mais eficientes. Esses avanços ampliam a capacidade humana de resolver problemas complexos, desde a detecção precoce de doenças até a remoção de poluentes persistentes.
No meio ambiente, nanomateriais têm se destacado na descontaminação de água e solo, no desenvolvimento de catalisadores limpos e na criação de tecnologias que reduzem emissões e consumo energético. Com isso, a nanotecnologia se torna uma aliada essencial na transição para uma economia sustentável e de baixo impacto ambiental. Na sociedade, seus efeitos se espalham para áreas como inovação industrial, agricultura de precisão, comunicação quântica, eletrônica flexível, armazenamento de energia e infraestrutura inteligente.
O futuro aponta para uma integração cada vez maior entre nanotecnologia, biotecnologia, inteligência artificial e energias renováveis. Essa convergência abrirá caminho para tratamentos médicos personalizados, cidades mais eficientes, processos industriais otimizados e um uso mais inteligente dos recursos naturais.
10. FAQ — Nanotecnologia | Perguntas Frequentes
O que é nanotecnologia?
É a área que estuda, projeta e manipula materiais na escala de 1 a 100 nanômetros, onde surgem propriedades físicas, químicas e biológicas únicas.
O que é nanobiotecnologia?
É o uso de nanomateriais em sistemas biológicos, criando soluções para diagnóstico, terapias, engenharia tecidual e liberação controlada de fármacos.
O que é nanociência?
É a ciência fundamental que investiga fenômenos e propriedades de materiais em escala nanométrica. A nanotecnologia aplica essa ciência.
Onde a nanotecnologia é usada?
Na medicina, eletrônica, energia, agricultura, meio ambiente, cosméticos, sensores, materiais avançados e indústria química.
Quem faz nanotecnologia e o que faz?
Nanotecnólogos, engenheiros, químicos, físicos e biomédicos que desenvolvem materiais nanoestruturados e aplicações tecnológicas.
Qual é o principal objetivo da nanotecnologia?
Criar materiais e dispositivos com propriedades superiores para resolver problemas de saúde, sustentabilidade, energia e avanço tecnológico.
Quais os riscos da nanotecnologia para o ser humano?
Dependem do tipo de material, dose, funcionalização, forma de exposição e aplicação. Avaliação toxicológica, relação risco benefício e uso de EPIs são essenciais.
Quanto tempo dura a faculdade de nanotecnologia?
No Brasil, não há “faculdade de nanotecnologia” isolada. A formação ocorre em cursos como Física, Química, Engenharia, Biomedicina e Materiais (4 a 5 anos), com especialização posterior.
É possível criar nanotecnologia?
Sim. Laboratórios produzem nanopartículas, filmes finos, nanotubos, grafeno, nanocompósitos e nanosensores usando técnicas avançadas.
Diferença entre nanociência e nanotecnologia?
Nanociência: estuda fenômenos nano.
Nanotecnologia: aplica esse conhecimento criando soluções.
O que são materiais nanométricos?
Materiais com dimensões entre 1 e 100 nm, como nanopartículas, grafeno, nanotubos, nanocompósitos e quantum dots.
Quais são os tipos de nanotecnologia?
Nanotecnologia molecular, de materiais, eletrônica, biomédica, ambiental, energética e computacional.
Onde podemos encontrar nanotecnologia em nossas casas?
Em semicondutores, filtros solares, tecidos antimicrobianos, cremes, sensores de celulares, embalagens e purificadores de água.
Qual é o futuro da nanotecnologia?
Terapias personalizadas, sensores inteligentes, eletrônica flexível, energia limpa, materiais ultraleves, agricultura de precisão e cidades inteligentes.
Quais produtos têm nanotecnologia?
Cosméticos, eletrônicos, tintas, tecidos funcionais, filtros solares, baterias, sensores, medicamentos nanoestruturados e embalagens ativas.
Qual faculdade estuda nanotecnologia?
Cursos mais comuns: Física, Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Química, Biomedicina, Farmácia e Nanomedicina em pós-graduação.
Quem inventou a nanotecnologia?
Richard Feynman conceituou a área em 1959; Eric Drexler popularizou o termo na década de 1980.
Quais são os benefícios da nanotecnologia para os humanos?
Diagnóstico precoce, terapias direcionadas, materiais médicos avançados, produtos mais eficientes, maior segurança alimentar e tecnologias limpas.
Quais são os impactos da nanotecnologia na saúde?
Entrega de fármacos, nanoantibióticos, nanossensores, hipertermia, fototerapia, biomateriais e diagnósticos mais precisos.
Qual ciência está por trás da nanotecnologia?
Principalmente Física, Química, Biologia, Engenharia, Ciência dos Materiais e Computação.
Quanto vale 1 nanômetro?
1 nm = 0,000000001 m (um bilionésimo de metro).
Quais os tipos de nanopartículas?
Metálicas, semicondutoras, poliméricas, lipídicas, cerâmicas e nanocarbonos (grafeno, CNTs).
Nanotecnologia é segura?
Quando controlada, purificada e usada em doses adequadas, sim. A segurança depende do material, forma de exposição e aplicação.
11. Leituras recomendadas
Se você chegou até aqui e gostou do tema, reunimos a seguir uma seleção de artigos desenvolvidos pelo Mercado da Ciência que aprofundam os fundamentos, materiais e aplicações da nanotecnologia, ampliando a compreensão tanto conceitual quanto prática do assunto.
➡️ Nanotecnologia: Guia Completo - Materiais avançados, aplicações, propriedades, tendências globais e muito mais.
➡️ Nanopartículas: O que são, propriedades, síntese e aplicações - Materiais avançados que impulsionam saúde, energia, sensores, catálise e tecnologias emergentes.
➡️ Grafeno, Óxido de Grafeno e Óxido de Grafeno Reduzido - Fundamentos científicos, propriedades comparativas e aplicações emergentes.
12. Nanomateriais disponíveis no Mercado da Ciência
Para pesquisadores, estudantes e profissionais que trabalham com os temas abordados neste artigo, reunimos a seguir uma seleção de produtos disponíveis no Mercado da Ciência comumente utilizados em atividades de pesquisa, ensino e desenvolvimento científico relacionadas a este conteúdo. Conheça a nossa coleção Nanotecnologia com produtos como:
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