Proveta de Laboratório: Função, Tipos e Modelos
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Introdução
A proveta de vidro, também chamada de cilindro graduado, é uma das vidrarias mais procuradas em laboratório — ao lado de pipetas, buretas, becker, tubo de ensaio, funil e outros itens essenciais. Ela é usada quando se deseja medir volumes de forma prática, mais precisa que um béquer ou Erlenmeyer, mas menos precisa que uma pipeta volumétrica ou um balão volumétrico.
Este guia completo reúne tudo o que você precisa saber sobre função, tipos, precisão e boas práticas no uso da proveta.

1. O que é uma proveta?
A proveta é um cilindro graduado de formato alto e estreito, com escala volumétrica ao longo de toda a sua altura e base reforçada para estabilidade.
Ela é projetada para:
- minimizar erro de leitura do menisco
- medir volumes de forma rápida
- transferir líquidos já quantificados
Materiais mais comuns:
- Vidro borossilicato → resistência química e térmica
- Plástico PP → leveza, durabilidade e alta resistência a quedas
Volumes típicos: 10, 25, 50, 100, 250, 500 e 1000 mL.
2. Para que serve uma proveta?
- Medir volumes aproximados com precisão intermediária
- Transferir líquidos já medidos para balões volumétricos, pipetas, reatores e frascos
- Preparar soluções simples
- Avaliar variações de volume (densidade, separações, processos)
É uma alternativa segura para situações onde pipetas ou buretas não são necessárias.
3. Características principais
- Forma cilíndrica alta → leitura mais precisa do menisco
- Escala graduada → subdivisões em mL
- Base larga e reforçada → estabilidade
- Vidro ou PP → escolha depende do tipo de reagente e risco de impacto
- Modelos com rolha → reduzem evaporação e contaminação
4. Tipos de proveta
A) Proveta de vidro borossilicato
- Alta resistência química
- Pode aquecer líquidos moderadamente
- Ideal para laboratórios profissionais
B) Proveta de plástico (PP)
- Leve, resistente a quedas
- Excelente para ensino e rotina
- Não deve ser aquecida
C) Proveta com rolha
- Evita evaporação
- Útil para análises ambientais e medidas prolongadas
5. Comparativo entre os tipos de proveta
| Tipo | Material | Vantagens | Limitações | Uso |
| Vidro borossilicato | Vidro | Resiste ao calor e ácidos fortes | Pode quebrar | Química geral, controle de qualidade |
| PP (plástico) | Polipropileno | Não quebra, barata | Menos precisa, não aquece | Ensino, rotina, soluções frias |
| Com rolha / tampa | Vidro/PP | Evita evaporação | Leitura pode ser menos prática | Armazenamento curto, análises ambientais |
6. Como escolher a proveta correta
Considere:
- Volume de trabalho (ideal escolher o mais próximo do volume desejado)
- Compatibilidade química
- Vidro para aquecimento, PP para impacto
- Baixo risco de queda → prefira plástico
- Necessidade de subdivisões finas → vidro é mais preciso
7. Boas práticas de uso
- Leia no nível dos olhos e observe o menisco
- Não aqueça provetas de plástico
- Evite encher até a borda
- Lave imediatamente após o uso
- Armazene em local protegido contra impacto
8. Perguntas frequentes (FAQ)
📌 A proveta é um equipamento volumétrico preciso?
Não. Ela fornece valores aproximados, com precisão intermediária.
📌 Posso autoclavar provetas?
- Vidro borossilicato → sim
- Algumas PP → sim, se indicado pelo fabricante
📌 Proveta pode substituir pipeta?
Para precisão, não. Use proveta apenas quando a exatidão não é crítica.
📌 Proveta pode ser usada para medir líquidos viscosos?
Sim, mas a leitura pode ficar menos precisa.
9. Glossário
- Menisco: curvatura do líquido na parede da vidraria.
- Graduada: possui escala volumétrica.
- PP (polipropileno): plástico leve, resistente a impacto e químicos.
- Boro 3.3: vidro borossilicato padrão de laboratório.
10. Produtos recomendados
Confira diferentes modelos de proveta de vidro e plástico no Mercado da Ciência:
- Coleção Vidrarias
- Proveta de Vidro sem Rolha
- Proveta de Vidro com Rolha
- Proveta de Plástico
- Béquer de vidro - Forma Baixa - Griffin
- Béquer de vidro - Forma Alta - Alongada
- Béquer de plástico - Polipropileno (PP)
- Pipeta de Vidro Graduada
- Erlenmeyer de Vidro
11. Autoria
Conteúdo elaborado por especialistas do Mercado da Ciência, com experiência prática em laboratório.